segunda-feira, 30 de abril de 2012

Exercícios na gravidez...uma grávida quase atleta.



Hoje o post vai ser bem extenso, pois é um assunto apesar de bem comentado, é bem controverso.
Vou explicar porque, com minha própria história.
Sempre fui atleta, desde pequena. E há mais ou menos 2 anos, voltei a pedalar, dessa vez na rua, com montain bike.
Quando descobri que estava grávida, estava com aproximadamente 10 semanas, continuei com minhas atividades normalmente, pois minha médica (q adoro), me incentivou e me explicou todos os riscos, tabus e me deu as restrições.
Acontece que o povo (leia-se amigos, pareentes e etc), não entendem muito bem. São leigos, palpiteiros que adoram dar pitaco na vida alheia, não por mal, mas para grávida soa como eterna crítica, e vira pessoal.
Mas enfim, esse é o diário da gravidez fitness:
ATENÇÃO:
Essa era e continuou sendo uma rotina particular minha, de acordo com minhas características físicas, histórico de outras duas gravidezes, e acima de tudo da minha rotina antes de engravidar. Portanto cada caso é um caso e cada grávida deve conversar com seu médico de confiança.



Como eu já tinha um treino de musculação, continuei ainda por um mês com meu treino pesado de "massa", com algumas restrições de posições, um exemplo foi o agachamento, que pode estimular a "descida" do útero, portanto foi extinto.
Vale lembrar que sou acompanhada por personal treinner, beeeem qualificado, com especialização em várias áreas, inclusive exercícios para gestante.
Aos poucos ele foi diminuido a intensidade e principalmente o peso (o que me deixa bem entediada, pois gosto da hipertrofia, massss paciência né).

Paralelo a isso como decidi me manter o mais ativa possível, continuei com os exercícios aeróbicos, algumas aulas de jump (isso causou até a fúria de quem gosta de cornetar), mas acompanhada de personal e sempre do frequencímetro, onde meus batimentos não poderiam passar dos 170bpm. Aulas de spinning que são a minha paixão há 10 anos, são as mais indicadas pela minha médica. Mas continuei ainda por mais 3 semanas, pedalando na rua. Parei agora aos 5 meses, por conta da minha necessidade, pois meu equilíbrio já estava comprometido.
Corridas no parque (no caso, Jardim Botânico de minha cidade). continuei e foi aí que me apaixonei pela corrida, infelizmente, só pude até as 22 semanas, por orientação médica, mas tem mamães que correm até as vésperas de dar a luz. Mas repito, cada caso é uma caso.
Essa semana me aventurei na piscina do Centro Cívico da cidae, matei saudades de quando "contava azulejos" lá na infância, em que fazia parte da equipe municipal. Me acabei, usei musculos que nem lembrava que tinha, e saí da piscina após longos 25 minutos, acabada. Mas valeu e agora quem sabe volte a modalidade.

É lógico que nem tudo é perfeito, e nem sempre as coisas saem do jeito que a gente quer. As vezes é bem difícil deixar a preguiça, as crianças, o trabalho, o marido e ir malhar, mas a gente tenta. A balança por enquanto está agradecendo...foram 5 kg em 6 meses, uma boa média, mas não é fácil. Tenho também o acompanhamento de uma nutricionista, M-A-R-A, mas isso fica para outro post.

 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Metade já foi...


Olá!

Lá se foram 20 semanas completas. Metade da gravidez já passou!

Fiz minha segunda ultra essa semana, é realmente uma menina: confirmada RAFAELA!

RAFAELA TUNUSSI CIA, minha segunda princesinha.

A Gabi aprovou depois de muita discussão, e todos (que me importam) gostaram.

Ela está com 15 cm da cabeça ao bumbum, idade gestacional compatível com a DUM, e todas as medidinhas dentro da normalidade, graças a Deus!!

Agora não tenho mais desculpa e devo mexer a bunda pra deixar tudo pronto até final de julho. Lembrando que o mês de junho pra mim sempre passa num piscar de olhos devido ao trabalho para a Festa do Peão de Americana, a qual trabalho prestando serviço de propaganda e marketing há 10 anos, devido as vendas de camarotes e principalmente devido aos aniversários das crianças, Felipe dia 01 e Gabi dia 27! Ufa...portanto tenho abril, maio e metade de julho pra deixar a parte grossa pronta.

A propósito morro de medo de deixar pra última hora como tudo em minha vida, e ela antecipar e eu não ter tudo pronto no momento mágico... Tenho pesadelos pensando em não ter lembrancinhas, enfeite porta e malinhas prontas. Fútil, eu sei, mas é assim, fazer o que.

Vou postar as fotinhos da ultra, e um pouco da linha do tempo da pança.

Bjs...até!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Estou de volta... e barriguda!!!


Pois bem estou cá de volta, após um longo e tenebroso inverno, meu bebê com 1 ano e 9 meses, e pasmem, 4 meses de uma nova gravidez. Pois é, aconteceu. É tudo novo de novo!
Tudo indica que é uma nova princesinha.
Foi um susto. Não vou negar, eu não queria.
Passado um tempo ( que é com certeza o melhor remédio, o senhor da razão e etc) não me imagino sem meu bebê na barriga. Sonho com sua carinha todas as noites, fico imaginando. Apesar de estar estagnada nos preparativos. Não tenho nenhuma roupinha nova, nada. Mas convenhamos, muitas das coisas do Felipinho serão aproveitadas: carrinho, bebê conforto, berço, cadeirão, etc... Preciso mesmo focar nas roupinhas.
Tive um repente de loucura e cotei uma singela viagem a Miami pra fazer o enxoval, que toda grávida e mãe sabem que na terra do Tio Sam as coisas são infinitamente mais em conta do que em terras brasileiras. Porém a realidade tem o buraco mais embaixo. Só de avião e hospedagem ficaria em U$2.200,00 por cabeça ... R$ 7.480,00, mais uns R$ 10.000,00 pra levar pras compras (lembrando que é o terceiro filho, tenho q trazer mimos e roupas a todos). Inviabilizou tal viagem, já q em meu orçmento caberia no máximo, 1/4, rsss disso.
Hoje estou com 16 semanas e 4 dias de gravidez.
Estou ansiosa para a próxima consulta que será na próxima terça.
Pretendo retomar o blog, e assim ter um diário para futuras consultas saudosistas.
Por hoje é só.
Na próxima atualizo fotos dos meus dois pingos, da barriga e do gato do maridão. (Que terá um post a parte...é príncipe, mas as vezes vira sapo).

Até mais

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Feliz 2011!

Nossa, mais 3 meses se passaram e eu fiquei longe. A vida é muito corrida e uma das promessas para 2011 é desacelerar e continuar esse diário de bordo com meu bebê, que a propósito está muito peralta.
Gente, ele começou engatinhar com 5 meses, o dente nasceu faltando 2 dias pra completar 4 meses e a cada dia está mais arteiro.
Volto mais tarde com fotos da primeira vez no mar, e das festas de fim de ano.

sábado, 9 de outubro de 2010



Nossa, q vergonha...4 meses sem passar por aqui.Mas a vida é uma loucura.
Com 2 pimpolhos em casa então, nem se fala.
Meu Felipe está com 4 meses. Lindo, fofo, gostoso.
Todo o ciúme da GAbriela passou e se transformou em extremo carinho dela com ele. Ela cuida...é uma mocinha, cuida e me ajuda mesmo.
Ele está muito durinho...minha mãe o chama de preguinho, pois fica em pé, durinho com o pescocinho super duro, rs. Fala pra caramba...está super tagarela...cada grito que a gente se diverte. Ninguém assiste TV, pois ele não deixa.
Só um pequeno probleminha técnico me proecupa...ele nãoe stá fazendo cocô todos os dias :( ... As vezes fica até 3 dias sem fazer...

DENTES
Ah os dentes....devem estar coçando bastante, pois ele fica o tempo todo com a mãozinha na boca...se baba inteiro, e quando pega nossa mão, quer levar a boca, e ficar mordendo também. O papai adora essa manobra dele, rs.
Ele ainda mama só no peito e tem mamado umas 6 vezes por dia (é uma maratona pra quem trabalha, tenta malhar e cuida de 2 filhos).

BATIZADO
Mês passado (setembro) fizemos o batizado dele (somos católicos). Foi lindo, tudo perfeito. Aproveitamos e comemoramos o meu aniversário. Fizemos numa chácara e reunimos a familia e amigos próximos...adorei. Ele chorou durante a cerimônia, pois estava com fome, rs e durante o churras, dormiu a tarde toda.

Bom pretendo passar aqui mais vezes daqui em diante, pois pretendo ter esse blog como uma boa recordação desses momentos mágicos do meu bebê.

domingo, 27 de junho de 2010

Aniversário da minha filha Gabriela!!


Hoje, 27/06 minha pincesa Gabriela faz 7 anos!

Amor da minha vida.
A letra dessa musiquinha traduz um pouco do amor e sentimento de mãe pra filha...
Filha...te amo muito, que Deus te abençoe e proteja hoje e sempre!

Menininha do meu coração
Eu só quero você
A três palmos do chão
Menininha, não cresça mais não
Fique pequenininha na minha canção
Senhorinha levada
Batendo palminha
Fingindo assustada
Do bicho-papão

Menininha, que graça é você
Uma coisinha assim
Começando a viver
Fique assim, meu amor
Sem crescer
Porque o mundo é ruim, é ruim
E você vai sofrer de repente
Uma desilusão
Porque a vida é somente
Teu bicho-papão

Fique assim, fique assim
Sempre assim
E se lembre de mim
Pelas coisas que eu dei
E também não se esqueça de mim
Quando você souber enfim
De tudo o que eu amei

"Valsa para uma meninha" - Vinicius de Moraes

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Muito feliz...mas com um pouco de melancolia - Baby Blues


Esse post escrevi em 07/06, qdo o Felipe havia nascido a apenas 7 dias. SAlvei raacunho e não publiquei. Hj melhorei bem, mas ainda penso na falta q a barriga faz.


Sobre o Baby blues...nunca tinha ouvido falar...agora estou me identificando.
Sinto falta da gravidez, de ser 'especial' sendo grávida, de ter meu bebê só pra mim. É louco, mas é o q sinto...muita falta da barriga, apesar de estar muito feliz com meu baby.


"Enquanto que a gravidez é vivida no quadro de um certo bem-estar psicológico, ao pós-parto associa-se, geralmente, uma diminuição do bem-estar da mulher. De facto, o período pós-parto é considerado um período de risco psicológico/mental na vida da mulher. Caracteriza-se por uma fase de instabilidade emocional, que afecta a grande maioria das mães, com sintomas que podem ser diversos.

Este quadro decorre do facto da mulher se ter que adaptar a um conjunto de mudanças que ocorrem a nível biológico, psicológico, conjugal e familiar, do qual pode resultar um desequilíbrio.

As primeiras mudanças associadas à maternidade verificam-se a nível biológico. O corpo da mulher muda progressivamente, ao longo da gravidez, mas, abruptamente após o nascimento do bebé.
A nível hormonal, os valores de progesterona e estrogénio que foram aumentando de forma gradual ao longo da gravidez, decrescem de forma brusca depois do parto, para voltar a assumir em poucos dias os valores anteriores à gravidez. Além disso, verifica-se a ocorrência de um aumento acentuado de prolactina para que se estabeleça a lactação.

Também a nível psicológico se operam grandes mudanças, sobretudo no que respeita à autonomia da mulher que passa a ter a seu cargo um bebé. Como consequência terá que integrar a sua identidade materna na sua identidade pessoal.

A nível conjugal, também ocorrem mudanças nomeadamente no que concerne à assumpção do novo papel parental, o qual deverá conciliar-se com a vida do casal.
Não obstante, pode ainda sinalizar-se todo um conjunto de mudanças a nível familiar, dado que a presença do bebé irá interferir com o equilíbrio existente entre os diversos membros da família.

Decorrida a euforia do pós-parto imediato, as mulheres tendem a entrar num estado ligeiramente depressivo - choro fácil, mudanças bruscas de humor, sensação de incapacidade, decepção, medo, insegurança, insónia, ansiedade, fadiga, irritabilidade e hipersensibilidade. Este quadro é benigno, não precisa de tratamento e denomina-se de “baby blues”. Ocorre sobretudo em consequência das alterações hormonais.

Alguns autores vêem no blues pós-parto “uma resposta emocional adequada e importante para a sobrevivência da espécie, dado que facilita a aproximação da mãe ao bebé” (…) “O blues pós-parto – considerado um aumento da reactividade emocional aos estímulos – constituir-se-ia, deste modo, na expressão subjectiva da activação do sistema biológico que promove a ligação mãe-bebé após o parto”

Apesar de ser um fenómeno normal e adaptativo, requer das pessoas mais significativas da mulher (companheiro, familiares, amigos) muito carinho, compreensão, apoio e incentivo. Ser mãe é algo que se aprende a cada dia e, como tal, torna-se essencial estar rodeada de pessoas que encorajam e apoiam as suas intuições, as tentativas para ser mãe, os comportamentos adoptados.

O apoio e participação da família são, deste modo, fundamentais para que esse estado depressivo normal durante o puerpério (baby blues), não se transforme em algo mais sério. Se este estado depressivo se prolongar é fundamental procurar ajuda especializada."
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